Política de Privacidade
Esta página explica quais dados pessoais o portal CNV Mais trata quando você navega por aqui, para que eles servem, com qual amparo na Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018, a LGPD), por quanto tempo ficam guardados e o que você pode pedir a respeito deles.
O texto descreve o que este site faz. Cada afirmação abaixo corresponde a um comportamento real do portal, conferido no próprio sistema — não a um modelo genérico. Se alguma parte não ficar clara, escreva para contato@cnvmais.com.
Versão 1.0 — em vigor desde outubro de 2026.
1. Em poucas linhas
- O portal mede a própria audiência, com um sistema dele mesmo, e essa medição só funciona com a sua permissão.
- Se você recusar a medição, o seu acesso continua sendo contado, só que de forma agregada: o portal sabe que a página foi vista e não sabe por quem.
- A publicidade vendida pelo portal é servida por ele mesmo: sem pixel de terceiro, sem cookie de publicidade e sem anúncio escolhido pelo seu comportamento. Matérias antigas, importadas de outro sistema, ainda trazem quadros de anúncio de terceiros no meio do texto — e esses também ficam atrás da sua permissão (seção 7).
- Conteúdo hospedado em outros sites — vídeos, publicações de redes sociais, tocadores — não carrega antes da sua permissão: no lugar aparece um cartão que nomeia a origem, com um botão para exibir ali mesmo.
- O registro da sua escolha de cookies é guardado sem o seu IP, sem o seu navegador e sem o seu nome.
- Os seus dados não são vendidos, alugados nem trocados.
- Você pode rever ou desfazer a sua escolha quando quiser, pelo botão Preferências de privacidade.
2. Quem é responsável pelos seus dados
O controlador — na LGPD, quem decide o que é tratado e para quê — é o responsável pelo portal CNV Mais, sediado na região de Criciúma, Santa Catarina:
- Razão social: [PREENCHER: razão social]
- CNPJ: [PREENCHER: CNPJ]
- Endereço: [PREENCHER: endereço completo]
- Telefone: [PREENCHER: telefone]
- Canal de privacidade: contato@cnvmais.com
Qualquer assunto ligado a esta política — dúvida, pedido ou reclamação — chega por esse e-mail, e é por ele que os direitos da seção 11 são exercidos.
3. Quais dados o portal trata
3.1. O que você envia pelo formulário
O portal tem um formulário, o Fale conosco (na página Contato), que pede: nome completo, e-mail, celular ou WhatsApp, a forma preferida de retorno do contato e a mensagem. Você decide o que escrever — mas sem uma forma de contato não há como responder.
3.2. O que o envio do formulário registra sozinho
Junto de cada mensagem enviada, o portal grava o endereço IP e o navegador (o user agent) usados no envio. Serve para segurança e prevenção de abuso automatizado, e não para montar perfil de ninguém. Esse registro está declarado no próprio termo de aceite do formulário, antes de você enviar.
3.3. A medição de audiência do próprio portal
O CNV Mais mede a própria audiência, com um sistema dele mesmo — não é o Google Analytics. Essa medição só funciona se você permitir a categoria "analíticos". Com a permissão, ficam registrados:
- um cookie chamado vn_aid, com validade de 1 ano, que é um identificador aleatório do seu navegador — não carrega nome, e-mail nem telefone;
- o navegador (user agent), numa tabela de sessões ligada a esse identificador;
- o caminho da página aberta, a origem do acesso (busca, rede social, link direto) e o tempo de permanência na página.
O seu endereço IP não é guardado nessa medição.
3.4. O caminho anônimo: quem recusa continua sendo contado
Esta parte é incomum e vale ser explícito a respeito, porque é a favor de quem lê: recusar a medição não apaga você da contagem, apaga a sua identificação.
Sem a permissão analítica — e também antes de você responder à faixa de cookies — o acesso é contado de forma agregada: nenhum cookie de medição é gravado, nenhuma sessão de audiência é criada, o seu navegador não é registrado e o tempo de permanência não é medido. O portal passa a saber que aquela página foi vista e não sabe por quem. É uma decisão deliberada: o portal precisa saber quais assuntos interessam, e não precisa saber quem você é para isso.
Uma precisão, para não prometer mais do que acontece: o cookie técnico da aplicação (cnvmais_sid) continua sendo posto, porque vem do funcionamento do sistema e não da medição. Ele está descrito na aba "Necessários" da seção 5.
Se você já havia aceitado e depois mudou de ideia, o servidor expira o cookie vn_aid do seu navegador. A sua recusa começa a valer na hora, e não quando o cookie vencer.
3.5. O registro da sua escolha de cookies
Quando você responde à faixa de cookies, o portal guarda um registro dessa resposta, com:
- um identificador aleatório que o seu próprio navegador gera e guarda no seu aparelho;
- a versão desta política que estava em vigor;
- a ação escolhida (aceitou todos, apenas essenciais, ou personalizado) e as categorias permitidas;
- a data e a hora da resposta;
- o caminho da página em que você respondeu.
Esse registro não guarda o seu endereço IP, nem o seu navegador, nem o seu nome. Ele existe por uma razão só: a LGPD (art. 8º, § 2º) põe no controlador o ônus de demonstrar que a permissão foi pedida. Guardar o IP aqui seria coletar dado pessoal para provar que pedimos permissão antes de coletar dado pessoal.
O caminho da página é guardado sem a parte depois do "?", de propósito: ela pode conter o termo que você digitou na busca do site, e isso é conteúdo seu, não estatística nossa.
3.6. O registro de acesso do servidor
Como todo site na internet, o servidor que hospeda o CNV Mais mantém um registro técnico das requisições que recebe — com endereço IP, data e hora, o endereço pedido e o navegador. Esse registro é do servidor, não da medição de audiência: ele existe para operar a infraestrutura, investigar falhas e conter abuso, e acontece independentemente da sua resposta sobre cookies, porque é condição de a conexão existir.
Ele não é usado para montar perfil de leitura nem é cruzado com a medição de audiência. O prazo e a forma de guarda seguem a configuração do serviço de hospedagem.
4. Para que usamos e com qual amparo legal
Cada uso tem uma finalidade concreta e um fundamento na lei:
- Responder às suas mensagens — com base no seu consentimento, dado quando você marca o termo de aceite e envia o formulário (art. 7º, I).
- Manter o portal funcionando e protegido contra envio automatizado e abuso — com base no legítimo interesse do portal (art. 7º, IX). É o que ampara o registro de IP e navegador no envio do formulário.
- Medir a audiência, para entender quais assuntos são procurados e organizar melhor o conteúdo — somente com o seu consentimento para a categoria analítica (art. 7º, I).
- Exibir vídeos hospedados no YouTube e no Vimeo — somente com o seu consentimento para a categoria funcional (art. 7º, I).
- Guardar a sua resposta sobre cookies — para cumprir o dever de poder demonstrar o consentimento (art. 8º, § 2º).
- Publicar e manter o conteúdo jornalístico — tratamento para fins exclusivamente jornalísticos, ao qual a LGPD não se aplica (art. 4º, II, 'a'). Os limites e o caminho para pedidos estão na seção 8.
- Google Analytics, quando utilizado — o portal tem suporte preparado para ele, mas ele não está em uso hoje, em nenhum ambiente. Se um dia for ligado, carregará apenas com o seu consentimento para a categoria analítica, e esta política será atualizada antes.
6. Conteúdo que vem de outros sites
Matérias e páginas do portal trazem conteúdo hospedado fora daqui. O portal bloqueia o carregamento desse conteúdo até você permitir a categoria funcional: antes da permissão nenhuma requisição sai para esses servidores — o endereço nem chega a ser buscado, e por isso nada do seu acesso chega a eles. No lugar aparece um cartão, montado aqui mesmo, que nomeia a origem e traz um botão para exibir na hora.
Esta não é uma lista fechada. Vale para qualquer conteúdo incorporado, e o acervo é variado porque boa parte das matérias antigas foi importada de outro sistema, com os incorporados que tinham. Hoje aparecem, entre outros:
- vídeos do YouTube (Google) e do Vimeo, no conteúdo e na programação do Canal TV;
- publicações do X/Twitter e do Instagram incorporadas em matérias;
- tocadores de áudio e vídeo de terceiros, como SoundCloud, R7 e TikTok;
- quadros de anúncio de terceiros herdados de matérias importadas (ver a seção 7);
- páginas de órgãos públicos e de outros veículos citados numa matéria.
Depois da permissão, ao carregar o conteúdo a empresa dona dele passa a saber que você acessou aquela página, e aplica as próprias regras de privacidade, sobre as quais o CNV Mais não tem controle. Vale ler a política de cada uma.
Sem JavaScript no navegador, nada de terceiro é carregado e o portal exibe um aviso explicando o bloqueio, em vez de um botão morto.
7. Publicidade no portal
A publicidade vendida e veiculada pelo CNV Mais é própria, e isso muda materialmente o que acontece com os seus dados:
- Os anúncios são servidos pelo próprio portal, a partir de um cadastro de patrocinadores e peças mantido aqui. Não há rede de anúncios de terceiro intermediando a exibição.
- A medição é um contador agregado por peça: quantas vezes ela foi exibida e quantas vezes foi clicada. Nada mais. Esses contadores não guardam IP, não guardam navegador e não criam identificador nenhum — são dois números somando por anúncio.
- Não há pixel de terceiro e não há cookie de publicidade.
- Não há segmentação por comportamento individual. Nenhum anúncio é escolhido pelo que você leu antes, por onde você mora ou por qualquer perfil seu.
- A segmentação que existe é por contexto: a capa, a página, a categoria da matéria, a matéria em si e o colunista. É o assunto que está na tela que determina o anúncio, não você.
Por isso a categoria "marketing" não aparece na tela de preferências: na publicidade que o portal vende não há nada nela a consentir. Se um dia entrar algum recurso de publicidade de terceiro na veiculação própria, ele virá com a sua própria categoria e com esta política atualizada antes.
7.1. A exceção honesta: anúncios herdados de matérias importadas
Boa parte do acervo foi importada de outro sistema, e o texto dessas matérias veio como estava — inclusive com quadros de anúncio de terceiros que já vinham dentro dele. Em levantamento feito em outubro de 2026 eram 58 matérias com algum conteúdo incorporado de terceiro, das quais 7 com quadros de anúncio da Google (rede DoubleClick), alguns com parâmetros de escolha de anúncio por interesse.
Esses quadros não são publicidade vendida pelo portal, não rendem nada a ele e não têm relação com o cadastro de patrocinadores descrito acima: são sobra de importação. Mas estão no acervo, e por isso esta seção existe em vez de uma frase absoluta que o acervo desmentiria.
O que o portal faz a respeito: eles passam pelo mesmo portão de qualquer conteúdo de terceiro. Sem a sua permissão para a categoria funcional, nenhuma requisição sai para esses servidores e no lugar do quadro aparece o cartão da seção 6. Enquanto você não permitir, essas redes não recebem nada seu.
8. Conteúdo jornalístico, imagens e pedidos de correção ou retirada
O CNV Mais é um portal de notícias, e noticiar envolve nomes, imagens e dados de pessoas que aparecem nos fatos narrados. A LGPD não se aplica ao tratamento de dados pessoais feito para fins exclusivamente jornalísticos (art. 4º, II, 'a'). Isso não é licença para qualquer coisa: a atividade jornalística segue limitada pela Constituição, pelos direitos de personalidade e pela responsabilidade de quem publica.
No que diz respeito a esta política, na prática:
- O conteúdo das matérias — texto, fotos e vídeos — é publicado com finalidade informativa e de interesse público, e não comercial.
- Pedidos sobre conteúdo jornalístico não seguem o mesmo caminho dos pedidos sobre dados de cadastro, porque a base do tratamento é outra.
- Se você aparece numa matéria e quer pedir correção de informação incorreta, direito de resposta ou a retirada de algum conteúdo, escreva para contato@cnvmais.com indicando o endereço da página e o motivo do pedido.
- O pedido é analisado pela redação, caso a caso, ponderando o direito que você invoca e o interesse público na informação. Não há remoção automática, e prometê-la seria desonesto. O que o portal se compromete a fazer é receber, analisar e responder.
- Erro apurado é corrigido, e a correção fica registrada na própria matéria.
- Imagens de crianças e adolescentes recebem cuidado redobrado, e pedidos a respeito delas têm prioridade na análise.
Parte dos textos é assinada por colunistas, que têm página de perfil própria no portal, com nome, foto, biografia e links de redes sociais. Esses dados são publicados no exercício da atividade editorial, com a ciência do colunista; para alterá-los ou retirá-los, o canal é o mesmo.
9. Compartilhamento e operadores
O portal não vende, não aluga e não troca dados pessoais.
Alguns prestadores de serviço sustentam a infraestrutura do portal e, nessa condição — a de operador, na linguagem da lei —, podem ter acesso técnico ao que está guardado, sempre limitado ao necessário para o serviço:
- a empresa que hospeda o site e o banco de dados;
- o serviço de e-mail que entrega as mensagens que o portal envia;
- a Google e o Vimeo, apenas se você permitir o conteúdo incorporado, e só a partir do momento em que o vídeo carrega;
- a Google, apenas se o Google Analytics vier a ser ligado e você permitir a categoria analítica.
Além disso, informações podem ser fornecidas a autoridades administrativas ou judiciais quando houver obrigação legal ou ordem judicial. Fora dessas hipóteses, o que você escreve ao portal fica entre você e a redação.
9.1. Serviços que não recebem nada seu
Vale separar um caso que costuma ser confundido com compartilhamento. As informações de clima e de indicadores econômicos exibidas no portal vêm de um serviço próprio do grupo, consultado de servidor para servidor: é o servidor do portal que busca o dado — por rotina programada e também quando o dado guardado vence durante um acesso — e o guarda para servir a todos os visitantes. Nenhum dado seu é enviado nessa consulta: quem fala com o serviço é o servidor, não o seu navegador, e o que ele pede é a previsão de uma cidade, sem nada que venha de você.
10. Segurança da informação
O portal adota medidas técnicas e administrativas para reduzir o risco de acesso não autorizado, perda, alteração e divulgação indevida dos dados:
- o site trafega em conexão cifrada (HTTPS);
- o acesso à área administrativa é restrito a pessoas autorizadas, com sessão própria, grade de permissões por função e suporte a autenticação em duas etapas;
- tentativas de acesso negadas no painel ficam registradas;
- o banco de dados fica em servidor com acesso controlado.
Nenhum sistema ligado à internet é totalmente imune a falhas ou ataques, e prometer o contrário seria desonesto. Se um incidente de segurança puser os seus dados em risco relevante, serão adotadas as providências previstas na lei, inclusive a comunicação aos titulares e à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
11. Os seus direitos
Titular é você, a pessoa a quem os dados se referem. O art. 18 da LGPD lista os direitos que você pode exercer sobre os seus próprios dados. Abra cada aba para ver o que o direito alcança e como pedir.
Todos os pedidos vão para o mesmo canal: contato@cnvmais.com. Não há cobrança, e o portal responde em até 15 dias. Se for preciso confirmar que é você mesmo, será pedido apenas o mínimo necessário para isso — e esse mínimo não é usado para mais nada.
Pedidos sobre conteúdo jornalístico seguem o caminho da seção 8, porque ali a base do tratamento é outra.
Confirmação de que existe tratamento (art. 18, I)
Você pode perguntar se o portal trata algum dado seu — e receber a resposta, mesmo que ela seja "nenhum".
Como pedir: escreva para contato@cnvmais.com dizendo que quer a confirmação. Se você já enviou mensagem pelo formulário, informar o e-mail usado ajuda a localizar o registro.
Acesso aos dados (art. 18, II)
Você pode pedir uma cópia dos dados seus que o portal tem. Na prática, isso alcança as mensagens que você enviou pelo formulário e o que foi gravado junto delas (data, IP e navegador do envio).
A medição de audiência e o registro de consentimento não são alcançáveis por nome ou e-mail: eles se ligam a identificadores aleatórios gerados pelo seu navegador, e o portal não tem como saber que um deles é você — o que é justamente o desenho que protege a sua identidade. Se quiser verificar o identificador guardado no seu aparelho, ele está no armazenamento do próprio navegador.
Como pedir: e-mail para contato@cnvmais.com.
Correção de dados incompletos, inexatos ou desatualizados (art. 18, III)
Se algum dado seu em poder do portal estiver errado, incompleto ou velho, você pode pedir a correção.
Como pedir: e-mail para contato@cnvmais.com indicando o que está errado e qual é a informação correta.
Correção de informação publicada em matéria é outro assunto e tem o caminho próprio da seção 8.
Anonimização, bloqueio ou eliminação de dados desnecessários ou excessivos (art. 18, IV)
Dado que não seja necessário para a finalidade declarada, que seja excessivo para ela, ou que tenha sido tratado fora do que esta política diz, pode ser anonimizado, bloqueado ou eliminado a seu pedido.
Exemplo concreto: se você escreveu no formulário uma informação delicada que não era necessária ao atendimento, pode pedir que ela seja apagada da mensagem.
Como pedir: e-mail para contato@cnvmais.com descrevendo o dado em questão.
Portabilidade a outro fornecedor (art. 18, V)
Você pode pedir que os seus dados sejam entregues em formato que permita levá-los a outro serviço, observadas as regras da ANPD e preservado o segredo comercial e industrial.
Pelo que o portal trata, isso se resume ao conteúdo das suas mensagens pelo formulário: não há cadastro de leitor, nem histórico de navegação atribuível a você.
Como pedir: e-mail para contato@cnvmais.com.
Eliminação dos dados tratados com o seu consentimento (art. 18, VI)
O que o portal trata com base no seu consentimento pode ser apagado a seu pedido — ressalvadas as hipóteses em que a lei manda conservar.
Uma dessas ressalvas é o próprio registro da sua escolha de cookies: ele existe para demonstrar que a permissão foi pedida, e apagá-lo destruiria exatamente a prova que a lei exige. Vale lembrar que esse registro não tem o seu IP, o seu navegador nem o seu nome.
Como pedir: e-mail para contato@cnvmais.com.
Informação sobre com quem os dados foram compartilhados (art. 18, VII)
Você pode pedir a relação das entidades públicas e privadas com as quais o portal compartilhou dados seus.
A seção 9 desta política já traz essa relação de forma geral; o pedido serve para o seu caso específico.
Como pedir: e-mail para contato@cnvmais.com.
Informação sobre não consentir e as consequências (art. 18, VIII)
Você pode pedir para saber que o consentimento é opcional e o que acontece se você não o der. A resposta, neste portal, está escrita aqui:
- recusar os analíticos não retira nenhuma funcionalidade; o seu acesso passa a ser contado sem identificação (seção 3.4);
- recusar os funcionais faz os vídeos de terceiros não carregarem; no lugar aparece um cartão com um botão para exibir, e o resto da página funciona igual;
- não enviar o formulário significa apenas que não haverá contato — nenhum conteúdo do portal depende disso.
Como pedir: se restar dúvida, e-mail para contato@cnvmais.com.
Revogação do consentimento (art. 18, IX)
Você pode retirar a qualquer momento uma permissão que tenha dado, sem precisar justificar.
Para cookies, você mesmo resolve na hora: o botão Preferências de privacidade, nas páginas do portal, desfaz ou refaz a sua escolha sem passar por ninguém. Ao retirar a permissão analítica, o servidor expira o cookie vn_aid do seu navegador.
Para o consentimento do formulário: e-mail para contato@cnvmais.com. A revogação não desfaz o tratamento que já era lícito antes dela.
12. Por quanto tempo guardamos cada dado
Cada dado fica guardado pelo tempo necessário à finalidade que o justificou. Os prazos das abas abaixo são os previstos pelo portal — o compromisso de até quando um dado deve ser mantido.
Como a eliminação acontece, em termos exatos. Hoje o portal não executa um expurgo automático: a eliminação é feita por solicitação do titular (pelo canal da seção 11, e é o caminho mais rápido e o mais seguro para quem pede) e por rotina administrativa, conduzida por pessoas. Preferimos escrever isto a afirmar um apagamento automático que o sistema não faria — uma política que promete rotina inexistente é pior que uma que descreve a rotina que existe.
Mensagens do formulário "Fale conosco"
Pelo tempo do atendimento e por até 2 anos depois dele, prazo que permite retomar um assunto antigo. O endereço IP e o navegador gravados no envio seguem o mesmo prazo da mensagem a que pertencem.
Você pode pedir a exclusão antes disso, pelo canal da seção 11.
Medição de audiência com identificação (quem permitiu os analíticos)
365 dias — é o prazo de retenção definido na configuração do portal para os dados de audiência. Alcança as sessões do cookie vn_aid, o navegador registrado com elas e os acessos ligados a essas sessões.
Esse número é o compromisso, e a eliminação ao fim dele é feita por rotina administrativa — não há hoje um expurgo automático que apague sozinho. Pedido de eliminação pelo canal da seção 11 é atendido antes do prazo.
Contagem agregada de acessos (quem recusou, ou ainda não respondeu)
Prazo indeterminado, porque não há nada a prazo: são números por página, sem cookie, sem sessão e sem navegador. Não existe ligação com uma pessoa identificada ou identificável, e por isso não há dado pessoal a eliminar.
Registro da sua escolha de cookies
5 anos. É a prova de que a permissão foi pedida (art. 8º, § 2º), e ela precisa sobreviver ao período em que poderia ser questionada.
O registro guarda identificador aleatório, versão da política, ação, categorias, data e caminho da página — e nada mais. Sem IP, sem navegador, sem nome.
Os cookies guardados no seu aparelho
Esses não ficam com o portal, ficam com você — e estes são os prazos:
- vn_aid (medição de audiência): 1 ano, e apagado antes disso se você retirar a permissão analítica;
- vn_privacidade (a sua escolha de cookies): 1 ano;
- cnvmais_sid (cookie técnico da aplicação): expira quando você fecha o navegador.
Você pode apagar todos eles pelas configurações do seu navegador, a qualquer momento. Apagando a sua escolha de cookies, a faixa de pergunta volta a aparecer.
Contadores de publicidade
Enquanto a peça e o histórico comercial dela existirem, porque é o que se presta contas ao anunciante.
Não há prazo a cumprir em nome de privacidade aqui: são dois números somando por anúncio (exibições e cliques), sem nenhum dado pessoal dentro.
13. Links para sites de terceiros
As matérias e as páginas do portal trazem links para outros sites — fontes de notícia, órgãos públicos, sites de anunciantes, redes sociais e páginas de instituições da região. Ao clicar, você sai do CNV Mais e passa a valer a política de privacidade de lá, sobre a qual o portal não tem controle. Vale ler a de cada um antes de fornecer dados.
14. Atualizações desta política
Este texto pode ser alterado por adequação à legislação, mudança de processo interno, entrada ou substituição de alguma tecnologia, ou qualquer mudança relevante no que o portal faz com dados pessoais. A versão vigente e a data ficam indicadas no início da página.
Quando a mudança atingir aquilo que você consentiu, a faixa de cookies volta a aparecer para que você responda de novo. Consentimento antigo não é aproveitado em silêncio para finalidade nova.
15. Canal de atendimento sobre privacidade
Dúvida, pedido ou reclamação sobre privacidade e proteção de dados:
- CNV Mais — [PREENCHER: razão social]
- CNPJ: [PREENCHER: CNPJ]
- Endereço: [PREENCHER: endereço completo]
- Telefone: [PREENCHER: telefone]
- E-mail: contato@cnvmais.com
Se você entender que a resposta do portal foi insuficiente, pode reclamar à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Mas fale com a redação antes: é mais rápido, e a intenção é acertar.
